29 de outubro de 2010

JUST STAND UP!

30 de Outubro - Dia de Luta contra o Cancro da Mama


O dia 30 de Outubro marca o dia de Luta Contra o Cancro da mama. Actualmente o cancro da mama é uma das maiores causas de mortes de mulheres pelo mundo, e actualmente surgem aproximadamente 150 000 casos de cancro de mama no mundo, e 44 000 desses casos não conseguiram superar a doença, entretanto a intensidade do cancro de mama vai aumentando a cada ano que passa.

20 de outubro de 2010

Smileys and Emoticons



Smileys! “Smileys 4 life!” Tal como dizem alguns fanáticos desse simples carácter de dois pontinhos e uma linha curva, ou melhor, é representado por pontuações e letras. Serve para representar a expressão daquele que o escreve, ou mudar a ideia de um texto.

O primeiro smiley amarelo foi criado por Harvey Ball em 1963, a pedido da companhia para usar em cartões e botões para levantar a auto-estima. O design foi criado em 10 minutos e facturado 45$.

15 de outubro de 2010

Kiss - Dublado e Legendado

15 de Outubro - Dia da bengala branca

Andei muito ocupada esta semanha com as ideias atropeladas na minha cabeça. Pensando também em alguns temas para vir partilhar com vocês. Porém hoje finalmente consegui um tempo a sós com um computador com internet acessível.


A uma semana que eu e um grupo de alunos de psicologia da minha escola, pela inssistência da nossa professora, estamos a inforar-nos e preparar-nos para fazer com que o dia 15 de Outubro nao passe despercebido. Estávamos decididos que íamos criar uma peça de teatro, entrevistas, folhetos informativos, cartazes e atémesmo rodar um filme de curta-metragem. Alguns alunos até se ofereceram para ficar quase uma hora de olhos vendados para poder ter uma mínima ideia de o que é não ter a capaciade de visão.

Entretanto fomos visitar uma associaçao de deficientes locais, a qual esteve com actividades hoje. Conhecemos alguns deficientes visuais que nos contaram um pouco da sua história de vida.



Enfim, entrando no assunto, a bengala branca representa a paz entre os cegos, uma ajuda díaria para eles.

O filme que apresentamos na escola já está aqui no blog. Espero que gostem.

(editarei mais informações em breve, assim que estiver disponível)

8 de outubro de 2010




IV Capítulo "O ciclista e o trepador de árvores" parte II


- Olá, tudo bem aí?

- Olá, estou a ver que tu e teu amigo também vão para o acampamento. – saudei nervosamente. Acho que com certeza eu tinha um sorriso de orelha a orelha.

- É claro que vamos. Quem é que não vai aproveitar um dia destes a fazer algo que goste? – desta vez não foi o rapaz que estava sentado ao meu lado que disse, mas sim o rapaz da bicicleta. Nesse momento estava a entrar na pickup, sem prestar atenção para quem estava a falar. “Não... Concentra-te miúda!” pensei impaciente, quase a rasgar as minhas bermudas camufladas graças aos nervos.

– Não é? - ele virou-se para mim para ver com quem é que a conversa estava animada. A sua sobrancelha levantou-se um pouco mais do que a outra quando olhou para mim.

- Pronto para a viagem, Cyrus? – perguntou-lhe o seu parceiro.

- Não… não sei… está meio calor aqui dentro…

- Oh, não te preocupes! Vinte e sete graus não fazem mal a ninguém… Hoje o dia vai ser bom! – confortei-lhe, enquanto ele sorria para a janela, a seguir pus-me a ler a revista jovem do mês, tentando distrair-me.

Não deu para perceber mas acho que ele estava meio nervoso durante a viagem, mas virou-se para mim algumas vezes. O amigo dele continuava a mastigar, ora uma sanduíche, ora uma pastilha. Foram mais ou menos duas horas de pressão para ele. Não para mim porque eu estava me sentindo serena, apenas a espera de uma hora para poder o atacar. À frente o casal rebelde não ligava nenhuma aos seus passageiros e iam muito felizes. Mas o silêncio transbordava no carro, até que…

- Então, rapariga. Vives aqui por muito tempo? Chamo-me Seth Dorian e tu?

- Sou Thelma Black. Sempre vivi aqui e sou eu que vos vejo pela primeira vez.

- Pois, morávamos apenas a uns sete quarteirões da nossa casa actual. Normalmente passamos quase o dia todo trancados em casa a ver a televisão ou a jogar no computador. É muito divertido, já experimentaste?

- Sim, da última vez que fiz isso fiquei enjoada, esfomeada e com falta de apetite… foi meio esquisito.

- Hum…

A conversa acabou no mesmo momento. Eu dei um ponto final muito irregular. Não que eu não quisesse falar com esse rapaz simpático, Seth, mas eu ainda estava focada nos acontecimentos da manhã.

Percebi quando chegámos quando entramos numa clareira, com tendas montadas e alguns jovens a arrumar as coisas, assim como Cassie, que estava radiante. Mal o motor do carro foi desligado o tal rapaz, o Cyrus, ou lá como se chamava, disparou do carro e apanhou a sua bicicleta.

- Seth, o teu amiguinho parece excitado para o acampamento.

- Nem imaginas, ele adora a Natureza e deve estar a sentir-se in the zone. Quando vê algo interessante é como se estivesse hipnotizado. Agarra na sua máquina e “zás!”, “zás!”, percebes?

- Ah, fotografias... O que vais fazer hoje no acampamento?

- Vou explorar a floresta.

- Também eu… quer dizer, posso ir contigo? – foi engraçado estar com ele, mas o estilo é mesmo animal.

- Claro! Vamos trepar as árvores. E depois podemos nos entregar aos desportos radicais. Vou correr com a minha bicicleta.

- Eu também. Parece mais entusiasmante fazer isso na floresta, vamos juntos?

- Claro! É um prazer em acompanhá-la nesse percurso.

Sorri-lhe. Ele era muito divertido, e me levantou o astral imediatamente.

Fui cumprimentar a Cassie. Ele parecia mesmo feliz com a sua vida independente, apresentou-me o seu namorado, e anunciou-me que estavam noivos. Stewart fez-lhe a proposta na noite passada, no jantar na cidade. Dei-lhe os parabéns e desejei-lhe felicidades.

A hora já estava a chegar para o meio-dia e já podíamos sentir o cheiro do barbecue, e rapidamente os nossos estômagos começaram a queixar.

O almoço foi muito alegre. Estávamos sentados em círculo e eu estava junto com Seth. Ele me explicou que come muito quando está ansioso, e não foi só isso que me fez rir. Ele se pôs no meio do círculo e pôs-se a contar anedotas e histórias de partir o coco. Mas faltava alguém.

5 de outubro de 2010

Quiromancia - A arte da leitura das mãos



Por muito tempo eu venho interessar-me pela magia do oculto e os segredos do misticismo. Então, eu não podia deixar de lado a quiromancia, que é o nome dado à arte de ler mãos. Proveniente da época medieval, é uma arte com significados fixos e que emprega a intuição. Talvez esteja a pensar: mas as mãos não ficam da mesma forma a vida toda...

Pois, assim como o nosso corpo se desenvolve, também as nossas mãos não continuam do mesmo jeito. A quiromancia tem a capacidade de decifrar o que esteja escrito em cada mão, mas nunca dar uma conclusão final, pois a pessoa pode sempre mudar o seu curso.

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